29 de dez. de 2007

FELIZ ANO NOVO!

Nós, chefia e diretoria do GE 205º desejamos um excelente início de ano aos nossos lobos, escoteiros e seniores.. Agradecemos aos pais por terem acreditado, confiado e colaborado conosco durante todo esse ano... Esperamos contar novamente e continuamente com a vossa participação!
Afinal... Temos um único intuíto.... Sempre em busca de um mundo melhor às nossas crianças e jovens!!
Bravo... Bravo.. Bravíssimo a todos nós por mais um ano repleto de conquistas!
MELHOR POSSÍVEL,

SEMPRE ALERTA!


Obs: Nossas atividades retornarão no dia 18 de janeiro!

15 de dez. de 2007

Confraternização ->


Dia 13 de dezembro realizamos um amigo-secreto com a Tropa Escoteira e Sênior... Foi muito especial, hora de confraternizar mais um, dos inúmeros momentos inesquecíveis neste ano de 2007...
Agradecemos à Jô e ao Tony por terem cedido o ambiente tão aconchegante do Calzer Burger Lanches Bar!
Papeizinhos tirados...Vamos lah!!
Bruno Lima tirou a Chefe Carol....


Que tirou Bruno(Cido)..

Que tirou a Marina...



Que tirou a Allana...




Que tirou o Igor...



Que tirou o Chefe Carlos...


Que tirou a Nayse.

Maurílio tirou o Chefe Varoto....


Que tirou....

Humm...?! Muita calma nessa hora...


Tirou o Guilherme...
Que ganhou muiitos presentes!!


E Guilherme tirou o Vinícius...



Que tirou o Bruno Lima.


A Camila tirou o Túlio..

Que tirou a Ana Luísa..

Que tirou a Yasmin...

Que tirou a Mayrê...


Que tirou o Iuri...

Que tirou a Larissa...


Que tirou a Neryane...


Que tirou a Camila.


Já Raul tirou o Paulo...


Que tirou o Jhow...

Que tirou o Raul.

E Bruna tirou o Maurílio..


E Nayse tirou a Bruna.


Já o Pomba... Puxa... Por um erro, acabou tirando ele mesmo... Mas como um bom escoteiro, doou o seu presente ao Vinícius...

E assim todo mundo ficou contente!!



Meninas da Panda e Pica-Pau...


Patrulha Pica-Pau já com a nova bandeirola...



Chefe Varoto mostrando seu presente...


Queremos comidaaaa..... É... Esses escoteiros comem muiito! rsrs




Momento: Pomba cantor.... "O cara é bom".. Canta até em Japonês!!! rsrs



Chefe Carol tentando tirar uma foto, mas foi vetada por seu assessor pessoal!rs

Chefe Carlos, Iuri e Chefe Varoto...


Chefes da Tropa....


Chefe Varoto, Chefe Márcio e Chefe Carlos... Será talvez a nova chefia masculina da Tropa Escoteira?? Quem sabe!



Chefe Carlos e Chefe Sílvia(Kaa da Alcatéia)..

Com o Chefe Márcio...

E com a Chefe Carol...


Ahh... Os seniores matando a saudade do seu antigo chefe..


E para finalizar.... A chefia feminina + linda, + fofa e mais competente do GE 205º... Ch. Marie Liese, Ch. Carol e Ch. Sílvia!!!

#

Foi uma noite agradabilíssima... Nos divertimos bastante, mas no final sempre há uma despedida... E esta já com muita saudade... Com vontade de que 2008 venha logo para nos reencontramos novamente... É isso aí!!

FELIZ NATAL!

SA

10 de dez. de 2007

AGRADECIMENTO!!!!

Eu, Chefe Carol quero agradecer a oportunidade de por ter passado um ano maravilhoso, de ter conhecido e convivido com pessoas realmente especiais...
Sabe, muitas vezes pensei que teria que desistir, pois infelizmente há pessoas que não apóiam, muitos dizem que "não ganho nada" me dedicando ao escotismo..
Mas sabe o que me deu forças pra continuar?

VOCÊS!


Pensar em vcs e me lembrar dos sorrisos, das risadas, das brincadeiras..
Até das implicações comigo.. rsrs


No GE encontrei amigos, irmãos, filhos, pais... Pessoas que realmente sabem viver a vida de uma forma tão bela, que dinheiro algum jamais pagaria... Enfim, pessoas com um valor imensurável, longe de pensar que ter ou ganhar dinheiro traz felicidade... Quando na verdade, qualquer atividade ao ar livre, em contato com a natureza, nos livra do stress, da energia negativa, de pensamentos ruins... E o mais importante...
Faz-nos tornar pessoas livres de preconceitos, sempre pensando no bem alheio, compartilhando e desejando a felicidade com o outro!

Isso nos faz melhores em corpo, alma, mente e coração!!


Grato... Grato.. Gratíssimo!


Um Feliz Natal repleto de luzinhas coloridas e muito Papai-Noel de chocolate!

E um 2008 de amor, paz, luz, sabedoria, amizade, saúde, sonhos e todos os desejos realizados!!


SA

8 de dez. de 2007

Última atividade de 2007....


Iniciamos a atividade com o hasteamento da Bandeira Nacional... Logo após o Momento com Deus, com a mensagem:
UMA ÁRVORE DE NATAL DIFERENTE

Maria Hilda de J. Alão.

As crianças da quarta série estavam agitadas. O Natal se aproximava e elas faziam planos sobre os presentes que pediriam ao Papai Noel. A professora ajudava na redação das cartas, mas enfatizava que o amor é o maior e melhor presente que existe. Ela dizia isto porque todo o ano, na época do Natal, levava as crianças para visitar o asilo dos velhinhos instalado na mesma rua onde ficava a escola. Essa visita costumava acontecer uma semana antes do término das aulas. Cada aluno levava um presente para os idosos. Podiam levar roupa, doces, livros, discos, tudo que pudesse dar alegria a um velhinho ou velhinha.
Chegou o dia da visita. A professora, D. Noemi, reuniu as crianças e pediu a ajuda dos inspetores de alunos para transportar os presentes. Chegaram ao asilo. O salão estava preparado para a festinha de Natal que era um grande almoço, cantos, ouvir histórias e depois a entrega dos presentes. Era um quadro comovente ver as crianças abraçando aqueles idosos que choravam lembrando, quem sabe, de filhos e netos. À Aninha coube entregar um presente para D. Cora, a interna mais velha do asilo, um xale de lã azul pontilhado com pedrinhas brilhantes. A velha senhora recebeu o presente e, sorrindo, disse:
- Recebi um pedaço de céu estrelado das mãos de um anjo. Sabe minha filha: o que eu mais queria era ver uma árvore de natal inteirinha iluminada, mas uma árvore de verdade, não essas feitas de plástico. – disse beijando as mãos de Aninha.
Depois de terminada a festa as crianças foram se reunir no gramado em frente à escola, porque Aninha ficara sensibilizada com o que dissera D. Cora.
- Como vamos arranjar uma árvore de natal de verdade e tão grande que possa ser vista da janela do quarto de D. Cora? – perguntou Marquinhos.
- Eu acho que não podemos fazer nada, Aninha... – disse Letícia desanimada.
- Podemos improvisar. Vocês não repararam no jardim do asilo? Lá tem uma árvore alta, embora não seja um pinheiro, mas acho que serve. É só colocar os enfeites, as lâmpadas e acender. – disse o Pedrinho, um menino de óculos com cara de inteligente.
- É, sabidinho! E quem vai subir pra colocar tudo isso? E se a gente cair e se machucar? Como fica? – questionou o Marquinhos.
- É! Então eu não sei como fazer... – respondeu Pedrinho.
E as crianças ficaram discutindo se subiam ou não na árvore quando ouviram um psiu. Olharam para um lado e para o outro e não havia ninguém. Outra vez o psiu.
- Psiu, aqui na grama, crianças. Olhem para baixo.
Era um grilo falante saído de um cantinho do gramado, onde nascem florzinhas bem pequeninas semeadas pelo vento e pelos pássaros. Ele ficara curioso com aquela reunião e se pôs a escutar a conversa. Sabia que era feio ouvir a conversa dos outros, mas, esperto como era, percebeu logo que havia um problema e resolveu ajudar no que pudesse. As crianças contaram tudo ao grilo.
- Gente! Isso não é uma coisa impossível. Se iluminar é o grande problema deixem comigo. Só quero que me mostrem a árvore. – pediu.
As crianças correram, acompanhadas pelo grilo, para a entrada do asilo. Apontaram a árvore e, saltitando, ele disse:
- Na noite de Natal venham todos ao asilo para ver.
Foi embora, pulando para o cantinho das florzinhas, sem mais explicações. O que será que o grilo iria fazer? Um grilo sozinho... tão pequenino... Bem, é melhor esperar o dia para ver.
Aninha contou para a mãe a conversa, mas não mencionou o grilo porque ela não acreditaria. Adulto não crê nessas coisas de criança falar com bicho, com anjo ou com árvores. Só disse que era um amigo, e que através dele a turma faria uma surpresa para D. Cora no dia de Natal.
- Eu só espero que ninguém saia machucado. – disse a mãe.
As crianças conversaram com a professora, D. Noemi, que foi solicitar o consentimento da diretora do asilo para que pudessem enfeitar a árvore do jardim. Autorização concedida, e para evitar acidentes, o jardineiro ficou encarregado de colocar os enfeites natalinos em todos os galhos da árvore. Foi aí que a professora perguntou:
- E a iluminação? Vocês têm as lâmpadas?
- Um amigo... vai trazer... – respondeu Aninha meio sem jeito.
- E quem é esse amigo? – insistiu a mestra.
- Bem, professora, como é uma surpresa para D. Cora, nós não podemos dizer quem é, pois a senhora pensará que estamos inventando coisas. – respondeu o Pedrinho.
- Por que não tenta? – insistiu D. Noemi sorrindo.
Chegou o dia de Natal. As crianças vestiram suas roupas novas e às sete horas da noite estavam entrando no salão de festas do asilo. Elas iam cantar as canções natalinas que ensaiaram durante o ano. Depois do canto, às oito horas, seria o momento da surpresa para a velhinha de 97 anos. Aninha estava nervosa e cochichava uma pergunta no ouvido da Letícia:
- Será que ele vem?
Ninguém sabia. Cantaram como anjos e foram aplaudidas pelos velhinhos emocionados. A diretora queria saber o que significava uma árvore de natal toda enfeitada no escuro, sem iluminação. As crianças não disseram nada, só olharam uma para as outras. D. Cora já estava no seu quarto, em frente a ampla janela, sentada na cadeira de rodas esperando ela não sabia o quê. Os outros velhinhos, desconhecendo o motivo, estavam sentados por toda a varanda. As crianças da quarta série rodeavam silenciosamente D. Cora quando se ouviu um “cricri”.
- É ele... gritou Aninha quebrando o silêncio -, é ele. Ele chegou, pessoal!
– Ele quem? - quis saber a velhinha sem obter resposta.
Outra vez se ouviu o “cricri”, novamente “cricri, e um barulho de insetos levantando vôo. Era como uma nuvem de gafanhotos envolvendo a árvore enfeitada e, na escuridão do jardim, bilhões de vagalumes acendiam e apagavam as suas luzes tornando aquela simples árvore do jardim em uma verdadeira e belíssima árvore de Natal digna de um rei. Palmas e gritos de “Viva!” ecoaram pelo ar. D. Cora ficou emocionada. Do seu rosto corriam as lágrimas mais felizes de sua vida. Uma árvore de Natal verdadeira só para ela.
– Meu Deus, crianças, nunca pensei que teria um Natal tão feliz. Obrigada, meus amores.
E por toda a semana do Natal, a iluminação continuou, pois os vagalumes, a pedido do grilo falante, acamparam por todos os galhos da grande árvore. As pessoas mais velhas diziam que aquele fato se deu por causa da derrubada da vegetação de um grande parque da cidade. Não tendo mais o abrigo natural, os vagalumes escolheram a grande árvore do asilo para ficar por um tempo. E ser dia de Natal, foi só uma coincidência. As crianças riam da história dos adultos, porque só elas conheciam a verdade!
*Tenha sempre a criança dentro de si.. Independente da idade que tenha.. Só assim acreditará nas ilusões que fazem nossa mente viajar e se emocionar como histórias desse tipo...*
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Jogo da maca... Pra agitar um pouco o dia.. rs
Mas infelizmente a chuva atrapalhou um pouco..















E já que a chuva não dava trégua, pq não fazer um lanchinho??
Chefe Marie Liese ajudou a preparar... Chefe Carol fez o doce de leite e o milk com morango... Hummn!!
Faltou a pipoquinha!!

Enquanto isso, Chefe Márcio deu o jogo da verdade!!!!

Alguns agradeceram por eu ter apitado para o lanche.. rs

Finalmente foram lanchar..




É...
Não sobrou muiito doce...

O leite então, nem uma gota sequer!! rsrs
Sinal que estava bom!

obs: ninguém passou mal com o meu doce.. ahuahua

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Momento de planejar atividades de 2008....

E aprender algumas canções!

Esta reunião rendeu ótimas idéias...

Teremos um ano muito produtivo...

Repleto de boas ações e preservação da natureza...





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Mais um ano que termina....

E com ele maravilhosas lembranças e um gostinho de nos reencontrarmos novamente!!

*Logo logo, fotos da Confraternização da Tropa!!!

UMA VEZ ESCOTEIRO, SEMPRE ESCOTEIRO...

UM POR TODOS.. TODOS POR UM...

NOSSO LEMA..

SEMPRE ALERTA!